Todo mundo devia ter um dom.
BRANDBOOK v2.0 · 2026-08-16 · substitui a v1.3 quando aprovado · documento interno — nada aqui é copy pública
01
A fundação — a tríade do quintal
O dom é um assessor pessoal que cuida do dinheiro de quem não dá conta de vigiar tudo. A marca inteira nasce de três memórias reais — e de nenhuma metáfora inventada.
A v1 caiu porque sua ideia-mãe ("a luz acesa", uma vigília noturna) era memória construída, não vivida. A v2 é fundada no que aconteceu: o quintal, ao meio-dia, com alegria.
A matéria-prima sagrada (P-002: nunca vira copy pública)
"…a gente embaixo do pé de chuchu no calor do meio dia, tomando água gelada. […] E outro era a jabuticabeira enorme, linda, imponente. Dava umas jabuticabas graudas, que ele adorava pegar com um bambu e uma lata na ponta dele e dar para gente chupar direto do pé."
verbatim 1 — a horta, a água gelada, a jabuticabeira
"Ele usava um chapelão de palha todos os dias para se proteger do sol e adorava usar brilhantina no cabelo.,,kkk"
verbatim 2 — chapelão e brilhantina
"era na porta - o sabao era a cola para o papel. É o post-it de hoje." · "ele deixava falando que saiu para comprar algo" · "Era um jeito criativo de se comunicar quando nao tinha celular."
verbatim 3 — o bilhete de sabão
A tríade
| Camada | Nome | O que significa |
O QUÊ ideia-mãe | A lata na ponta do bambu | A fruta graúda é sua — e está fora do seu alcance. Alguém alcança o que você não alcança e desce com ela na mão. "Deixa comigo" = o bambu subindo. "feito." = a fruta na palma. A vergonha sai da pessoa e vai para a arquitetura: a árvore é alta — não alcançar não é defeito seu. |
O COMO conduta | Ele adorava fazer isso | Chapelão = trabalha no sol, na parte suja, sem ser pedido. Brilhantina = entrega impecável; a bagunça nunca à mostra. Cuidado com gosto, não com dever — a memória é alegre, não solene. |
A FORMA interface | O bilhete na porta | O avô nunca sumia em silêncio: recado por escrito, curto, antes da pergunta, com o material da casa. É a ancestralidade da interface conversacional do dom (capítulo 07). |
Frase-síntese da ideia-mãe: "o que é seu está lá em cima; o dom desce com ele na mão." Filha linguística disponível: "direto do pé".
A linhagem que protege a marca: bambu + lata, sabão + papel, a horta — tecnologia humilde que funciona. O dom nunca parece tecnologia se exibindo; a engenharia fica no bastidor, o que aparece é o resultado na mão.
Guarda-corpos. Lata e bambu nunca viram ícone, logo ou mascote. Chapelão e brilhantina nunca viram retrato ou casting. O avô nunca é nomeado nem retratado em nenhuma peça (P-002); "pãe" nunca é copy.
Decisões estruturais
- Palco CLARO — "o simples vive no branco". O escuro é tinta, não tela. As fintechs BR foram todas pro escuro; o claro é o espaço livre da categoria.
- Digital-first, sem filme — o manifesto é texto; peças-alvo: app, site, lojas, social, press kit digital.
- Símbolo forte > bonito — pode incomodar no primeiro dia; não pode ser esquecível.
- House of brands — Runaki invisível; um único dom. Agnóstico de LLM: nenhum fornecedor de modelo aparece na marca.
- Casa digital — família hidom (hidom.ai comprado; hidom.com em negociação). A marca assina "hi dom" — sempre com o logo inteiro (capítulo 06).
02
O manifesto
Texto canônico (versão final = rodada 4, aprovada pelo fundador em 2026-08-16). A repetição dor→entrega é rima de estrutura, decisão do fundador. Não editar.
A assinatura que você esqueceu e paga há oito meses. A cobrança estranha no meio da fatura. O boleto que vence amanhã e você não viu. O dinheiro espalhado em cinco contas, cada uma mostrando um pedaço. Tem sempre uma parte do seu dinheiro fora do seu alcance.
Não é defeito seu. Ninguém dá conta de vigiar tudo, o tempo todo. E tem quem conte com isso. O juro que cresce quieto. A tarifa que ninguém pediu. O crédito oferecido justo na hora do aperto. Nunca antes. Sempre nessa hora. Nesse jogo, a confusão dá lucro. Teve quem prometeu mudar isso. Mudou a cor do cartão. E te deu mais uma conta.
O dom não joga esse jogo. Não vende crédito. Não empurra produto. Não ganha um centavo com o que você deixa de ver. E não tem letra miúda. O combinado cabe numa conversa.
O dom é um assessor pessoal. Cuida do seu dinheiro como alguém de confiança dentro de casa. Você diz o que pesa. Ele responde: deixa comigo.
Ele junta todas as suas contas e mostra o inteiro. Acha a assinatura esquecida. Vigia a fatura. Avisa da cobrança que não bate. Diz quanto dá pra gastar até o fim do mês. Lembra do boleto antes de vencer. Explica, em português claro, o que o banco não explica.
Trabalha no que você não vê. Entrega o que dá gosto de ver. E nunca some em silêncio. Quando tem recado, deixa por escrito. Curto. Antes da pergunta. Quando termina, diz: feito.
Ninguém precisa entender de dinheiro pra ficar com o que é seu. Precisa de alguém que alcance.
Todo mundo devia ter um dom.
Versão micro (abertura do app / bio)
O dom é um assessor pessoal. Cuida do seu dinheiro como alguém de confiança dentro de casa — não vende crédito, não empurra produto, não tem letra miúda. Você diz o que pesa. Ele responde: deixa comigo.
- "Quando erra, diz: errei" saiu do texto público; segue como lei de conduta dentro do produto.
- Nunca nomear banco ou fintech; o desafio é pelo comportamento.
- "Open Finance" nunca aparece — a entrega se chama "junta todas as suas contas e mostra o inteiro".
- A jabuticabeira não aparece em texto público — vive na doutrina interna.
03
Doutrina visual — "O Bilhete ao Meio-Dia"
"A tela é o bilhete: papel claro, tinta escura — e cor, só no que desce na mão."
Croma é ENTREGA. Cor saturada só nos dois momentos da tríade: quando a pessoa entrega a tarefa ("deixa comigo") e quando o dom desce com algo na mão dela ("feito."). Todo o resto é papel e tinta. Mancha de cor que não responde "o que está sendo entregue ou pedido aqui?" é decoração — e morre.
O amarelo trocou de objeto: era a lâmpada (v1), virou a lata — polida, com brilhantina, na ponta do bambu. É a cor do hand-off: o CTA "deixa comigo" é amarelo e é o único amarelo da tela. Amarelo de lata, não de post-it: fundo, opaco, peso de metal, aguenta o meio-dia.
As leis de aplicação
L1 — Lei do papel. Toda tela nasce branco-de-meio-dia; nenhuma mancha escura contígua maior que um componente. "Escuro nunca é maior que a mão."
L2 — Não existe modo escuro. Se o SO exigir: "papel ao entardecer" (o papel rebaixa a luminância, a tinta continua escura). Inverter é proibido. O painel jabuticaba é exceção utilitária de UM número em destaque — nunca superfície de navegação.
L3 — Uma lata por tela. Máximo um elemento amarelo; a segunda ação é tinta.
L4 — Tudo que o sistema diz é bilhete. Recado curto, primeira pessoa, antes da pergunta, sustentável em voz alta. Nunca "Ops!", nunca modal genérico, nunca ilustração de vazio.
L5 — Semáforo herdado. Verde só dinheiro que melhorou; pimenta só no fato falho; nenhum dos dois em botão, fundo ou ícone.
L6 — O dom escreve, o usuário fala. Bolha do dom = papel com fio de tinta (bilhete, não balão); bolha do usuário = preenchida. Número entregue tem a caligrafia do dom — reforço visual da INV-1.
L7 — Proibições eternas. Azulado/frio, laranja de banco, roxo de banco, folhinha, textura de material (inclusive de papel — papel é ideia, não render), mesh gradient, glassmorphism, neon, iconografia de banco (cofrinho, porquinho, cifrão solto, gráfico decorativo). Exceção declarada: diagrama que EXPLICA é tinta (ver capítulo 07) — ilustração que enfeita segue proibida.
L8 — O símbolo é tinta. Avatar em escuro-jabuticaba sobre o palco claro, legível no meio-dia; nunca logo colorido flutuando.
O teste mecânico — a Prova da Porta
Imprimir a tela em P&B e "pregar na porta". Quatro perguntas eliminatórias:
- P&B — sem cor, a tela continua inteira?
- Voz alta — lê como recado de alguém que se importa, ou soa como sistema/banco/propaganda?
- Mão — cada mancha de croma responde "o que está sendo entregue ou pedido"?
- Vergonha — a pessoa endividada leria essa tela na frente da família sem se encolher?
Reprovou em uma, volta pra prancheta.
O teste da Faria Lima — manifesto interno
O dom nasce do quintal — e por isso nasce contra a Faria Lima. Não contra as pessoas: contra a estética e a linguagem do dinheiro que exclui — o roxo de banco, o "Ops!", o cashback gamificado, o dashboard-wizard, o juridiquês de rodapé. Se o pessoal que fez isso olhar pro dom e achar bonito, falhamos: significa que estamos jogando o jogo deles, e nesse jogo eles têm dez anos e bilhões de vantagem. A jabuticaba, a lata, o bilhete não são "feios pra eles" por acidente — são ilegíveis pra eles porque foram desenhados pra outra gente.
O teste. Diante de qualquer proposta (cor, componente, copy, feature), pergunte: "isso é coisa de Faria Lima?" Se a resposta é sim, morre — sem discussão de gosto. E o inverso vale como validação: se a Faria Lima torcer o nariz pro dom, é sinal de que a cerca está no lugar certo.
Três cercas do teste. (1) O inimigo é filtro interno, nunca copy pública — o nosso público não sabe onde fica a Faria Lima e não quer saber; na boca do dom vive só o positivo ("deixa comigo"). (2) A identidade vem do quintal; o contra é consequência, não origem — a lata na ponta do bambu existiria mesmo sem a Faria Lima, e é isso que a torna incopiável: podem imitar o traço, não têm o avô. (3) Quem se define pelo inimigo vira refém dele — o dia que eles copiarem a estética de quintal, o dom continua de pé, porque nunca foi "o anti-fintech": é o quintal com dom.
Registrado em 2026-08-17, decisão do fundador. Documento interno — este capítulo nunca vira material público.
04
A paleta — 13 tokens + 8 estados
Aprovada vendo em 2026-08-16 (T-03), com os funcionais escurecidos e as condições do parecer de design incorporadas.
Tokens de estado (mobile-first)
| Token | Valor | Uso |
lata-pressionada | #D89700 | pressed do CTA — o estado rei no touch |
hover CTA | #C88C00 (lata-fundida) | cortesia web only — hover nunca carrega informação, só reforça |
tinta-apagada | #A99E8F | disabled |
anel-de-foco | #2E1528 2px + offset (claro) / #FFFF00 (escuro) | foco de teclado |
seleção-de-texto | #F8DFA8 | seleção |
skeleton | traço-de-lápis ⇄ papel-sombra | carregando |
véu | rgba(43,37,33,.45) | fundo de modal |
borda do CTA | #A87500 | 1px no botão amarelo (WCAG 1.4.11 — 3,77:1) |
Lei do reforço não-cromático. Cor nunca é o único sinal: verde carrega +/▲, pimenta carrega −, ferrugem carrega ! ou peso 600. Ferrugem e pimenta são indistinguíveis em daltonismo — o sinal salva.
Lei do sol. #FFFF00 só existe sobre escuro-jabuticaba (contraste 15,59:1). Nunca sobre papel, nunca em texto corrido, máximo 1 elemento por painel escuro. Badges no palco claro nunca usam sol; gráficos no claro usam lata-fundida.
Lei do destrutivo. Ação destrutiva é botão secundário (borda + texto pimenta), nunca preenchido. Link é jabuticaba com sublinhado, sempre.
05
Tipografia — três fontes, três papéis
100% Google Fonts. Fechada em 2026-08-16 (T-05/T-06). Nenhuma quarta fonte entra. Aposenta: Inter, Snasm, Monoglyphic; Swarsh Daisy segue reservada a material promocional de lançamento, nunca UI.
| Fonte | Papel | Regra |
| Outfit | a voz da marca | wordmark "dom" (peso 700), títulos (600+). A geometria circular do "o" e do "d" é a mesma do símbolo. |
| Figtree | a tinta do bilhete | toda conversa e interface (400–600). Hierarquia título/texto vem de peso e tamanho. |
| JetBrains Mono | o número | todo valor de dinheiro (INV-1: número tem cara de número, alinha na vírgula). Exceção única de logotipo: o "hi" dentro do logo oficial (400). Mono nunca em prosa. |
A escala (8 estilos nomeados)
displayOutfit 700 · 34
tituloOutfit 600 · 24
secaoOutfit 600 · 18
corpoFigtree 400 · 16 — o bilhete de todo dia
corpo-forteFigtree 600 · 16 — ênfase dentro do bilhete
apoioFigtree 400 · 13 — carimbo, hora, legenda
dinheiroJetBrains Mono 600 · 16 — R$ 312,40
dinheiro-heroiJetBrains Mono 700 · 28 — R$ 1.284,60
06
O símbolo e o logo
O d-jabuticaba: o "d" de dom em escuro-jabuticaba, com a cunha de sol — forte antes de bonito. Vetorizado pelo fundador, aprovado em teste com estranhos (sem associação com Apple ou Pac-Man), conferido na escada de tamanhos até 16px.
P-003 — a lei do logo. Os arquivos oficiais são a única fonte: brand/logo/symbol-light.svg (+ -32/-16), symbol-dark.svg (+ -32/-16), logo-light-512.png, logo-dark-512.png; matriz CorelDRAW Logos.cdr. Nunca reconstruir em CSS/SVG manual; exportar sempre do vetor. O sufixo diz o palco de destino (-light = use no fundo claro), e não existe versão "neutra" sem sufixo.
A cunha. No symbol-light a cunha é #FFFF00 e está DENTRO da lei do sol: vive contida no corpo escuro do "d" — o símbolo carrega o próprio painel escuro; ela nunca toca o papel. No symbol-dark a construção inverte (corpo amarelo, cunha jabuticaba).
O logo completo "hi dom"
A marca é UMA — não existe lockup tipográfico. O "hi dom" nunca anda sozinho, digitado em fonte: ele só existe dentro do logo completo, com o d-jabuticaba. Toda assinatura da marca usa os arquivos oficiais (logo-light-512.png / logo-dark-512.png e suas exportações do vetor). Escrever "hi dom" em Outfit/JetBrains numa peça é reconstrução — violação da P-003.
| Parte (referência interna do vetor) | Especificação |
| "hi" | JetBrains Mono 400, letter-spacing .30em · claro: terra-arada #6F6558 · escuro: papel-sombra a 55% · nunca sol |
| "dom" | Outfit 700 · claro: escuro-jabuticaba #2E1528 · escuro: branco-de-meio-dia #FBF7F0 · o "d" é o d-jabuticaba |
A tabela documenta como o vetor foi construído — serve para manutenção do arquivo no CorelDRAW, nunca para recompor o logo em texto vivo.
A lei do andaime. O chamado "hi" é declaradamente provisório: entra discreto, encolhe com o fortalecimento da marca, e o destino final da marca é só "dom" (+ símbolo). Ninguém promove o andaime — e quando ele sair, sai por nova versão do vetor oficial. Racional do "hi": casa com o domínio hidom.ai, é universal (PT/EN), e "hey" — uniforme de big tech — está vetado. A voz do produto segue 100% PT-BR; só a marca escrita assina "hi". O vocativo falado continua "ei dom".
Tamanhos de exportação
- Favicon: favicon.svg (o vetor) + favicon.ico (16/32/48) + apple-touch-icon 180×180 + icon-192/512 (PWA)
- App (Expo): matriz 1024×1024; adaptive-icon Android com o símbolo em ~66% do quadro; splash centrado no branco-de-meio-dia
- Uso geral: SVG sempre que possível; PNG 512/1024/2048; avatar social 400×400 e 800×800 com ~12% de respiro
- Sempre exportar do vetor por tamanho — nunca redimensionar PNG.
07
Doutrina de produto — "O Bilhete na Porta"
O dom nunca faz nada sem avisar. O avô nunca sumia em silêncio: sabendo que a família chegaria, deixava o recado na porta, colado com sabão, dizendo o que foi fazer. Essa é a forma da interface inteira.
O bilhete é a ancestralidade da conversa: cuidado por escrito, curto, sem cerimônia, com o material da casa. Comunicação proativa, pensada no outro, antes da pergunta.
As três consequências de produto
B1 — Trabalho em andamento vira recado. "conferindo a fatura…" — o protocolo de narração é filho direto desta doutrina. Nenhuma ação acontece nas costas da pessoa em silêncio.
B2 — Ausência ou falha vira recado calmo. "não consegui atualizar agora — sigo com a foto de ontem". Falha nunca é modal de pânico; é bilhete.
B3 — Aprendizado autônomo vira recado. "anotei que sua fatura fecha dia 3". O que o dom aprende sozinho, a pessoa fica sabendo.
conferi tua fatura agora cedo. achei uma cobrança de R$ 29,90 que não bate com nada — separei pra você olhar.
hoje, 08:12 · dom
A premissa de interface (fundador, 2026-08-16)
A interface do dom é leve, simples, clara e esclarecedora. Padrões absorvidos (referências chat-first aprovadas):
- Resposta = texto curto + chips com os fatos extraídos (saldo, vencimento, variação) — o bilhete com os dados destacados;
- Propose-then-approve visível: sugestão em card → aprovação → badge "feito." em verde-de-colheita com ✓;
- Tabela chave-valor para dados do ledger — números sempre em mono;
- Tracking visível: timeline vertical dos passos do dom (linha em traço-de-lápis, passo concluído com ✓ verde). Cada passo é recado curto em primeira pessoa ("conferindo a fatura…", "achei 3 assinaturas") — nunca log técnico. Se lê como console de sistema, reprova na Prova da Porta.
Lei do diagrama. Diagrama que EXPLICA é tinta; ilustração que enfeita é proibida (L7). O SVG explicativo responde "o que está acontecendo com o seu dinheiro" — fluxo, comparação, onde foi parar — em traço fino, papel e tinta, cor só no dado que importa. Teste: se continua fazendo sentido impresso em P&B na porta, ele fica.
Lei do ensino — o dom ensina. Todo gráfico desce com uma leitura: um bilhete do dom logo abaixo dizendo o que o desenho mostra (fato), o que significa (impacto) e o que dá pra fazer (opção). Gráfico sem leitura é dashboard, e dashboard é o wizard do banco em outra roupa. O gráfico mostra; o dom ensina. Registrada em 2026-08-16 a partir do design system (cap. 08 do DS).
Rejeitados das referências: verde como cor de marca, números grandes verdes como palco, card escuro de navegação (viola L2).
08
A voz (herdada — fechada, não reabre)
O sistema verbal atravessou o pivô intacto. Referência completa na v1.3; aqui, o essencial:
- "Dom. Deixa comigo." — assinatura institucional. "feito." — o fecho de entrega, minúsculo, com ponto.
- As 6 leis da voz, o anti-banquês, fato→impacto→opção, "CVM" e "% vira R$".
- Preâmbulo do médico + 3 leis: Água Gelada, Sem Agrotóxico, Última Gota.
- Teste da Margarina — se parece propaganda de margarina, morre.
- O erro em primeira pessoa ("errei") — conduta interna do produto, nunca vitrine.
- Nome sempre dom minúsculo; o vocativo falado é "ei dom"; a pessoa não precisa de cerimônia pra chamar.
09
Índice de leis
| Lei | Resumo | Onde |
| P-002 | o avô nunca é público; verbatims nunca viram copy | cap. 01 |
| P-003 | lei do logo: só os vetores oficiais, nunca reconstruir | cap. 06 |
| L1–L8 | leis do palco (papel, sem modo escuro, uma lata, bilhete, semáforo, caligrafia, proibições, símbolo-tinta) | cap. 03 |
| Lei do sol | #FFFF00 só sobre jabuticaba; máx 1 por painel | cap. 04 |
| Reforço não-cromático | cor nunca é o único sinal (+ / − / !) | cap. 04 |
| Hover web-only | pressed é o rei; hover nunca carrega informação | cap. 04 |
| Mono = dinheiro | JetBrains Mono nunca em prosa; exceção única: o "hi" dentro do logo | cap. 05 |
| Marca é uma | "hi dom" nunca digitado em fonte; só o logo completo com o d-jabuticaba | cap. 06 |
| Lei do andaime | o "hi" é provisório; destino da marca é só "dom" | cap. 06 |
| B1–B3 | o dom nunca age em silêncio: tudo vira recado | cap. 07 |
| Lei do diagrama | diagrama que explica é tinta; enfeite é proibido | cap. 07 |
| Lei do ensino | todo gráfico desce com uma leitura; sem leitura é dashboard | cap. 07 |
| Prova da Porta | P&B, voz alta, mão, vergonha — reprova em uma, volta | cap. 03 |
| Teste da Faria Lima | "isso é coisa de Faria Lima?" sim = morre; inimigo é filtro interno, nunca copy pública | cap. 03 |
| INV-1 | todo número visível nasce de tool, nunca do modelo | caps. 05, 07 |
dom — brandbook v2.0 · 2026-08-16 · consolidado a partir da spec "Marca Dom v2 — reabertura da fundação".
Este documento substitui a v1.3 integralmente após aprovação do fundador. Documento interno: os verbatims do capítulo 01 nunca saem daqui.
Todo mundo devia ter um dom.